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20
Jun.

Comemoração do Dia Mundial do Refugiado

on 20-06-2016.

Em 2001, a Assembleia Geral das Nações Unidas declarou o dia 20 de junho Dia Mundial do Refugiado, para recordar os milhões de pessoas desenraizadas em todo o mundo. Nesse mesmo ano, celebrou-se o primeiro "Dia Mundial do Refugiado" a nível internacional.

A PICM, na comemoração do Dia Mundial do Refugiado, manifesta a sua solidariedade com os milhares e milhares de pessoas que abandonam o seu país fugindo da guerra e da perseguição, em busca de uma vida melhor para si próprias e para as suas famílias, e faz um apelo à corresponsabilidade dos governos de todos os países no sentido de cuidarem das pessoas, salvarem vidas humanas e garantirem a segurança de todos com um espírito aberto e democrático numa sociedade plural.

A Plataforma Internacional de Cooperação e Migração (PICM) tem manifestado, em diversos comunicados, a sua preocupação pelos refugiados, podendo os mesmos serem consultados nesta página web.

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06
Jun.

Reunião do Conselho Diretivo em Lisboa

on 06-06-2016.

O Conselho Diretivo da Plataforma Internacional de Cooperação e Migração (PICM) reuniu-se em Lisboa, no dia 3 de junho de 2016, estando presentes todos os seus membros. Respeitando a sua essência, a reunião analisou a situação atual das políticas da UE e dos seus países membros, em matéria de asilo e migração. Sobre este assunto foi elaborado e aprovado um comunicado disponible aquí

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06
Jun.

Declaração A Plataforma Internacional para a Cooperação e Migração (PICM)

on 06-06-2016.

A Plataforma Internacional para a Cooperação e Migração (PICM), reunida em Lisboa, declara:

  1. A Cimeira Humanitária Mundial, realizada em Istambul nos dias 23 e 24 de Maio de 2016, constituiu um marco importante do reconhecimento, pela comunidade internacional, da grave situação da actualidade. O compromisso das Nações Unidas e do seu Secretário-geral é uma chamada à acção a todos (indivíduos, governos, organizações sociais, etc.) que a PICM valoriza de forma muito positiva.

  2. A PICM insiste na necessidade de reafirmar os valores éticos e políticos, próprios da União Europeia, na defesa dos direitos humanos, da dignidade humana, da liberdade individual e do bem-estar social.

  3. A PICM considera que a UE é um processo extraordinário que tem sido extremamente benéfico para os seus Estados membros, para a sua população e para o resto mundo. Assim, a actual crise de refugiados não pode servir para questionar o papel da UE ou questionar a sua existência, mas, pelo contrário para reforçar a solidariedade entre todos e para alcançar uma posição comum de todos os países.

Lisboa 3 de junho de 2016

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